segunda-feira, 12 de julho de 2010

Os Outros Médiuns

Não sou um Sócrates nem mesmo um Aristóteles; e longe de ser um Platão, mas busco dentro de mim alguém muito perto dos princípios fundamentais destes espíritos iluminados, ouso dizer até mesmo que seriam médiuns, com teorias iluminadas. Aprendi entre os dizeres destes pensadores ver o não visto, e o não revelado a mim mesmo. Por um longo tempo me restringi das obras transcendente trazidas pelo tempo e deixadas por estes grandes pensadores Gregos.

Como vocês puderam perceber sou um descobridor de minhas proprias subjetividade. Venho trazendo desde Outubro de 2008 atraves deste BLOGGER algumas reflexões que transcedem a mim e ao meu quia espiritual. Sei que minhas ideais não são merecedoras de elogios, mas sei que em cada palavra dita ou plagiada por mim (mas, nunca tomadas como minhas), sei que haverá de compor em algum lugar, uma frase ou um pensamento ainda não formado.


O titulo deste BLOGGER é muito mais agradável à alma do que para vista ou ao ouvido. O som destas palavras tem a mais pura essência do que a própria forma delas apresenta. Metafísica e Espiritismo, “A Metafísica é essência de algo sem o qual aquilo não pode ser o que é; é o que dá identidade a um ser, e sem a qual aquele ser não pode ser reconhecido como sendo ele mesmo” O termo Espiritismo é o que constitui o ser e a natureza das coisas, ou seja, todo ato é fruto do espírito. O homem para Platão era simplesmente dividido em corpo e alma.

“O corpo era a matéria e a alma era o imaterial e o divino que o homem possuía”.
 
 
O Bens do Homem Era a Virtude

"Sócrates acreditava que o melhor modo para as pessoas viverem era se concentrando no próprio desenvolvimento ao invés de buscar a riqueza material. Convidava outros a se concentrarem na amizade e em um sentido de comunidade, pois acreditava que esse era o melhor modo de se crescer como uma população. Suas ações são provas disso: ao fim de sua vida, aceitou sua sentença de morte quando todos acreditavam que fugiria de Atenas, pois acreditava que não podia fugir de sua comunidade. Acreditava que os seres humanos possuíam certas virtudes, tanto filosóficas quanto intelectuais. Dizia que a virtude era a mais importante de todas as coisas. Sócrates também duvidava da idéia sofista de que a arete (virtude) podia ser ensinada. Acreditava que a excelência moral é uma questão de inspiração e não de parentesco, pois pais moralmente perfeitos não tinham filhos semelhantes a eles".


Há uma frase que gosto muito de dizer a mim mesmo: (O conhecimento não vem do “Berço”, mas das virtudes que construimos no nosso processo evolutivo). É o mesmo que “conhece-te a ti mesmo", e daí construira um outro “eu”.

Cleiton R Pereira, Sertãozinho SP.

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