segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Pressentimentos íntimos

A vida só faz sentido quando tomamos consciência do que fazemos e não do que deixamos de fazer. Amar é saber guiar seus próprios sentidos, é saber distinguir a razão da emoção, é saber sentir o amor latente, mesmo que este amor seja prematuro. A beleza não está no que é belo, e sim no que é simples e convencional. O que sinto e o que desejo não fazem de mim um ser completo, mas, o que faço e o que penso, isso sim, faz de mim um ser completo. Mesmo sabendo que das respostas e sentimentos nelas contidas, não nos decepcionámos. No entanto concluímos que, quando nós nos expressamos pela dor ou pelo amor, não importa muito o resultado da resposta, o que de fato importa é o que sentimos um pelo outro. Mesmo que este desejo seja impedido por uma simples palavra (respeito), não faria de nós pecadores dos princípios alheios. O que torna essas duas palavras tão próximas; Amar e Alma. Amar: (ter amor, praticar o amor físico com outrem, estar enamorado, ter sentimentos mútuo de amor, ternura e paixão). Alma: (Principio de vida, principio espiritual do homem, conjuntos das faculdades psíquicas, intelectuais e morais dum individuo, sede dos afetos, sentimentos, paixões, veemência de sentimentos interior). Quando comparamos essas duas palavras percebemos não só a prática do amor, mas as formas como seus significados se encaixam. Gostaria muito que você refletisse este conjunto de palavras. Seu sorriso é a essência de minha alma. Sinto-me embriagado e perdido com seu jeito doce e carismático de ser minha amiga Liliane. Hoje, agora e sempre, eu desejo a você às melhores companhias espirituais do nosso plano espiritual. O mais puro e simples abraço de seu amigo.

                                               (Cleiton R Pereira)

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