terça-feira, 14 de maio de 2013

Quimera



Pensar na concordância ideal que nos leva a um nível superior de dissertação é relativamente emocional, mas quando se trata de sentimentos, a priori tudo se torna emotivamente sublime. Partindo deste principio dou margem aos pensamentos de minha procura. Espero que na margem deste carinho o pensar possa formar dentro de você a certeza baseado é claro; na incerteza de nossas  procuras. Sobre o ponto de vista do autor Jules Verne, a história de sua autoria cujo titulo é “Às aventuras de PI” sobrepõe muito bem na certeza da fé comodista. O fato de receber algo verbal ou contextualizado não significa aceitar tudo cegamente sem nenhuma discordância, por isso a duvida é muito importante em nossa formação religiosa. O que me chamou mais atenção em sua narrativa não fora nem por um estante o cenário de suas aventuras, mas a mensagem deixada na proposta do desfeche. O tema faz um contra ponto entre o realismo e a utopia, ou seja, o autor tenta... Eu diria com perfeição, demonstrar que a fé esta na duvida e não na certeza eclesiástica, nem mesmo nas multicores de cada RELIGIÃO. Veja algumas frases da narrativa: “não faz sentido! Um Deus que ama tanto suas criações sacrificar o seu próprio filho em beneficio dos pecados dos outros?”. É com esmero que faço destas palavras o sob-posto do pensar de outrora: sendo a religião o oposto do que deveria ser, ela sistematicamente nos molda em sua forma social e convencional. Arrombando assim o espírito de cada ser em sua incapacidade intelectual de discernir o pronto do examinar. (O cristianismo é sem sombra de duvida a ignorância da escuridão, e onde há escuridão haverá sempre alienação). Vejo de forma lúcida o retrato formado pela igreja católica. A imagem se desponta pelos seus esturtuantes portas prontamente estável a chegada de qualquer ser de natureza cristão, não importando é claro a capacidade singular de cada ser, pelo contrario, o pensamento alheio sempre estará no ciclo aleatório da igreja eclesiástica. Obviamente já mais encontrara a porta da igreja fechada, sendo ela soberana em suas palavras evangelistas, a sua soberania é de suma importância, por isso ela nos confina um quarto escuro e aquecido de sua fé sega e alienada, fato é “RELIGIÃO É ESCURIDÃO”. Pela grandeza ou pela limitação, nunca se esqueça, “não há fé inabalável” mesmo que a grandeza pareça tão pequena comparada ao mundo gigantesco em sua magnitude, sem contar os astros que compõe todo um espaço cheio de mistérios e lagunas. - Por que a religião semear- ia a duvida? Não, não mesmo, “ela” sistematiza a própria religião, (Cristianismo); catolicismo é conveniência pessoal. 2000 mil anos de cristianismo, 2000 mil anos de ismo.  

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