Pensar na concordância ideal que nos
leva a um nível superior de dissertação é relativamente emocional, mas quando
se trata de sentimentos, a priori tudo se torna emotivamente sublime. Partindo
deste principio dou margem aos pensamentos de minha procura. Espero que na
margem deste carinho o pensar possa formar dentro de você a certeza baseado é
claro; na incerteza de nossas procuras. Sobre
o ponto de vista do autor Jules Verne, a história de sua autoria cujo titulo é “Às
aventuras de PI” sobrepõe muito bem na certeza da fé comodista. O fato de
receber algo verbal ou contextualizado não significa aceitar tudo cegamente sem
nenhuma discordância, por isso a duvida é muito importante em nossa formação
religiosa. O que me chamou mais atenção em sua narrativa não fora nem por um
estante o cenário de suas aventuras, mas a mensagem deixada na proposta do
desfeche. O tema faz um contra ponto entre o realismo e a utopia, ou seja, o
autor tenta... Eu diria com perfeição, demonstrar que a fé esta na duvida e não
na certeza eclesiástica, nem mesmo nas multicores de cada RELIGIÃO. Veja
algumas frases da narrativa: “não faz sentido! Um Deus que ama tanto suas
criações sacrificar o seu próprio filho em beneficio dos pecados dos outros?”. É
com esmero que faço destas palavras o sob-posto do pensar de outrora: sendo a
religião o oposto do que deveria ser, ela sistematicamente nos molda em sua
forma social e convencional. Arrombando assim o espírito de cada ser em sua
incapacidade intelectual de discernir o pronto do examinar. (O cristianismo é
sem sombra de duvida a ignorância da escuridão, e onde há escuridão haverá
sempre alienação). Vejo de forma lúcida o retrato formado pela igreja católica.
A imagem se desponta pelos seus esturtuantes portas prontamente estável a
chegada de qualquer ser de natureza cristão, não importando é claro a
capacidade singular de cada ser, pelo contrario, o pensamento alheio sempre
estará no ciclo aleatório da igreja eclesiástica. Obviamente já mais encontrara
a porta da igreja fechada, sendo ela soberana em suas palavras evangelistas, a
sua soberania é de suma importância, por isso ela nos confina um quarto escuro
e aquecido de sua fé sega e alienada, fato é “RELIGIÃO É ESCURIDÃO”. Pela
grandeza ou pela limitação, nunca se esqueça, “não há fé inabalável” mesmo que a
grandeza pareça tão pequena comparada ao mundo gigantesco em sua magnitude, sem
contar os astros que compõe todo um espaço cheio de mistérios e lagunas. - Por
que a religião semear- ia a duvida? Não, não mesmo, “ela” sistematiza a própria
religião, (Cristianismo); catolicismo é conveniência pessoal. 2000 mil anos de
cristianismo, 2000 mil anos de ismo.
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